Deborah E. Lipstadt é conhecida como historiadora e escritora, mas ela se encontra na posição incrédula de ter que defender seu senso de verdade quando é processada por calúnia por um negador do Holocausto. As peculiaridades do sistema jurídico britânico tornam o caso em nome de Lipstadt um caso complicado. Com o ônus da prova para ela demonstrar que a calúnia não ocorreu, ela precisará provar que o Holocausto realmente aconteceu. Em um ambiente onde mentiras tênues são muitas vezes apontadas como fatos, elas precisarão fazer um argumento convincente para algo que nunca deveria precisar ser provado.